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Opinião: Death’s Door

Considerações iniciais

Minha gamertag é sqvictor e para experimentar este jogo utilizei o Cloud Gaming. Infelizmente precisei vender meu Series S por motivos financeiros, por outro lado foi uma ótima oportunidade para revisitar minha experiência com o serviço de nuvem da Microsoft, que por sinal está excelente! O texto abaixo reflete a minha opinião e experiência com o jogo e, portanto, não deve ser interpretada como verdade absoluta; afinal, gosto é subjetivo.

Death’s Door é um jogo visualmente bonito e com detalhes caprichados. O jogo é bem humorado; mesmo não tendo uma atmosfera muito alegre, ele te faz rir das piadas e situações. Particularmente eu gosto quando o jogo faz isso. A jogabilidade é agradável e o combate funciona muito bem. Ao longo do jogo inteiro não encontrei um bug que pudesse atrapalhar a minha experiência, foi tudo perfeito.

Inicialmente achei que o jogo seria curto. Achei que seriam poucos chefes com mapas simples. Contudo, me surpreendi com mapas bem variados, múltiplas áreas antes de realmente chegar na luta contra o chefe e um level design muito bem feito. Os mapas são repletos de armadilhas, inimigos e alguns puzzles para resolver. Naturalmente, a dificuldade dos desafios aumenta conforme avançamos na história e adquirimos habilidades. 

Basicamente, a nossa função no jogo é ceifar almas; é o nosso trabalho. Logo de início somos colocados em uma fase bem curta e rapidamente enfrentamos o primeiro chefe que é tão simples que dá pra perceber que é um tipo de tutorial para você se acostumar com os controles. A luta não é difícil e provavelmente você não morrerá aqui; o chefe é lento, fácil de prever os movimentos e morre rápido.

Após a batalha, nosso personagem é nocauteado por uma figura misteriosa que leva a alma do chefe que deveríamos levar de volta e a partir daí o jogo começa a se desenvolver. Este personagem misterioso é o Corvo Cinzento. Ele te convence a buscar três grandes almas para ajudá-lo a abrir a Porta da Morte (daí o nome do jogo ser Death’s Door). As três grandes almas são obviamente chefes.

Esses chefes não são os últimos chefes do jogo, mas vou focar mais neles com algumas fotos e vídeos das fases e lutas, incluindo as mortes…

Chefe: Bruxa das Urnas (Vovó)

A luta com o chefão não é tão difícil. A vovó usa alguns potes explosivos, mas que são fáceis de se desviar e se você prestar atenção e não tiver pressa. Infelizmente eu morri, mas provavelmente a maioria das pessoas conseguirá passar de primeira. Confira o vídeo da luta sem cortes:

Chefe: Rei Sapo

O segundo chefe do jogo é um sapo. O mapa dele é florestal com água em algumas áreas (onde você não deve cair pois o teu personagem não sabe nadar e recebe dano caso isso aconteça). Os puzzles aqui são menos fáceis, mas ainda são simples e rápidos. A luta com esse chefe é bem tranquila, ele dá muitas aberturas para você bater e tem movimentos bem previsíveis. Eu tive azar do meu notebook notificar da bateria acabando e o bluetooth se desconectando do meu controle do Xbox e acabei morrendo (de novo). Confira o vídeo da luta:

Chefe: Betty

O mapa deste chefe tem aparência de castelo e está repleto de partes congeladas. Após avançar e libertar as almas para abrir uma porta trancada, você obterá o arpéu para poder acessar áreas que antes não conseguia. Os puzzles deste mapa são mais perigosos que os anteriores e com armadilhas mais elaboradas. Eu gostei muito da forma como o arpéu precisou ser usado para sobreviver às armadilhas e avançar. Eu morri muito na luta contra esse chefe. Ele é mais rápido e agressivo que os outros e precisa prestar mais atenção nos movimentos dele. Confira o vídeo da tragédia completa nessa luta:

Considerações finais

Eu já tinha vontade de jogar Death’s Door desde quando o trailer foi lançado, mas acabei adiando. Eu não vou dizer se alguém deve jogar ou não pois gosto é algo muito pessoal e subjetivo, mas gostei de escrever este texto para registrar minhas impressões e experiência e uma coisa é certa: eu me diverti muito! Entretanto, é um jogo que está no catálogo Game Pass, o que é excelente pois é um serviço de extremo custo-benefício que nos permite experimentar jogos sem correr o risco de nos arrepender de ter gasto nosso dinheiro. Sendo assim, experimentem :) não custa literalmente nada e você pode acabar descobrindo um novo favorito.

Victor Queiroz

Victor é professor de Inglês e desde criança apaixonado por jogos eletrônicos, quando começou a jogar Super Mario e Tartarugas Ninjas com seu pai. Apesar de não ter tanto tempo livre, sempre encontra tempo para uma boa jogatina ou para experimentar um jogo novo do catálogo do Xbox Game Pass. Além de jogos, gosta de tocar violão e teclado para relaxar. GT: sqvictor Steam: Victor Alighia

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